Diamantes de laboratório roxos
Descubra a nossa coleção de diamantes de laboratório roxos certificados. Disponíveis em diferentes lapidações e tamanhos para personalizar a sua joia.
Seleção de diamantes de laboratório
Seleção de diamantes de laboratório
O que é um diamante de laboratório roxo
Um diamante de laboratório roxo é uma pedra preciosa criada em condições controladas que replica exatamente o processo de formação do diamante natural, com a diferença de que a sua cor roxa não depende da raridade geológica, mas sim da presença de hidrogénio durante o crescimento do cristal. O resultado é um diamante com as mesmas propriedades físicas, químicas e óticas que um extraído da terra: dureza 10 na escala de Mohs, dispersão da luz idêntica e composição de carbono puro.
A sua cor varia do malva suave ao violeta intenso, passando por tons lilás e púrpura profundo, o que o torna uma das opções mais apelativas dentro dos fancy color diamonds.
Porquê escolher um diamante roxo de laboratório
A principal razão para escolher um diamante de laboratório roxo em vez do seu equivalente natural é o acesso real a uma pedra que, na natureza, é extremamente escassa. Os diamantes roxos naturais representam uma fração mínima da produção mundial e o seu preço coloca-os fora do alcance do mercado convencional.
No laboratório, essa mesma cor é obtida com um custo significativamente menor sem sacrificar nada em termos de qualidade gemológica. A isso acresce a rastreabilidade total da origem da pedra, a ausência de extração mineira e a certificação por laboratórios como o IGI, que garantem que está a comprar exatamente o que vê.
Como se forma a cor roxa num diamante
A cor nos diamantes fancy não é uma imperfeição, mas sim uma característica estrutural. No caso do diamante roxo, o tom violáceo aparece pela presença de hidrogénio na rede cristalina durante o processo de crescimento, seja pelo método CVD (deposição química em vapor) ou HPHT (alta pressão e alta temperatura).
Dependendo da concentração deste elemento e da temperatura aplicada durante o processo, a cor resultante pode ir de um lilás ténue a um violeta saturado. Alguns diamantes roxos também apresentam nuances secundárias de rosa, o que os torna especialmente valorizados em joalharia.
As 4Cs nos diamantes de laboratório roxos
As 4Cs — cor, clareza, corte e quilates — são os critérios padrão do GIA e do IGI para avaliar a qualidade de qualquer diamante, também os de laboratório.
Cor
Nos fancy color diamonds, a cor é a variável mais importante. O IGI avalia a intensidade do tom roxo numa escala que vai de Faint a Fancy Deep. Uma cor Fancy Intense ou Fancy Vivid aumenta o valor e o impacto visual da pedra de forma notável. Se procura máxima saturação, é o critério a que deve prestar mais atenção.
Clareza
A maioria dos diamantes de laboratório atinge níveis de clareza altos (VS1, VS2, VVS) graças ao controlo do processo de síntese. Para uso em joalharia, a clareza VS2 ou superior garante que as inclusões não sejam visíveis a olho nu.
Corte
O corte determina como a luz interage com a pedra. Em diamantes de cor, os cortes ovalados, cushion e radiant são habitualmente utilizados porque maximizam a concentração da cor no centro da gema. Um corte de qualidade Excellent potencia o tom roxo e dá-lhe profundidade visual.
Quilates
O tamanho importa, mas nos fancy color diamonds a cor compensa. Escolha a quilatagem em função da montagem e do orçamento, sem esquecer que a cor é a primeira impressão que gera.
Certificação de diamantes de laboratório roxos
Todos os diamantes de Diamante de Laboratório são certificados pelo IGI (International Gemological Institute), o laboratório de referência para pedras criadas em laboratório. O certificado IGI recolhe a cor exata da pedra, a clareza, o corte, o peso em quilates e a origem em laboratório.
É o documento que atesta que está a comprar um diamante real, não uma simulação, e que as suas propriedades coincidem exatamente com o que consta na ficha de produto.
Como escolher o seu diamante de laboratório roxo
Antes de comprar, defina o uso que lhe vai dar. Se é para um anel solitário, priorize um roxo com boa saturação e corte ovalado ou cushion, que alonga visualmente o dedo.
Para brincos ou pendentes, os tamanhos mais pequenos com cores intensas costumam ter mais impacto do que pedras grandes com cores apagadas. Consulte a nossa equipa se tiver dúvidas sobre a combinação de cor, corte e montagem: na Diamante de Laboratório trabalhamos com as melhores pedras e ajudamo-lo a encontrar a que melhor se adapta ao que procura.
Perguntas Frequentes sobre Diamantes de Laboratório Roxos
Sim. Tem exatamente a mesma composição química e as mesmas propriedades físicas de um diamante natural. A diferença reside na sua origem, não na sua natureza. O IGI certifica-o como diamante, não como simulante.
Os diamantes roxos naturais são extremamente raros na natureza. O seu preço reflete essa escassez geológica. Os de laboratório eliminam a variável da raridade, mas mantêm todas as propriedades gemológicas, o que os torna acessíveis sem comprometer a qualidade.
Não. A cor está integrada na estrutura cristalina do diamante, não é uma camada superficial nem um tratamento. É permanente e estável à luz, ao calor e ao uso diário.
O IGI pode descrever a cor como Roxo ou Violeta, dependendo do tom dominante. O roxo tem mais presença de vermelho-azul, enquanto o violeta tende a ser mais azulado. Ambas as tonalidades pertencem à mesma família cromática e são certificadas como fancy color.
Os cortes cushion, oval e radiant maximizam a concentração da cor e são os mais habituais nos fancy color diamonds. O corte redondo brilhante também funciona, embora disperse mais a luz e possa fazer com que a cor pareça menos saturada.
Sim. Na Diamante de Laboratório, pode encontrar diamantes roxos certificados pela IGI de 0,30 ct até tamanhos superiores. Se tiver um tamanho ou um orçamento específico em mente, entre em contacto com a nossa equipa e ajudaremos a encontrar a pedra certa.
